Tatiana Barbosa Ferrari - Terapeuta Ocupacional

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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

AUTISMO E ACOMPANHAMENTO TERAPÊUTICO


As crianças com autismo possuem um grande desajuste comportamental o que as levam a uma desordem e com isso muitas vezes mascarando um grande potencial. O acompanhamento terapêutico tanto domiciliar quanto escolar tenta trazer uma ordem para este problema. Promovendo ações que possam desenvolver uma rotina na qual a criança possa prever o que vai acontecer e desta maneira sentir-se menos ansiosa com o que lhe for apresentado.
Tanto no acompanhamento domiciliar quanto no escolar o profissional precisa estabelecer um vínculo com a criança e com a família para que possa obter um resultado positivo.
Para Williams & Wright (2008), citador por Duarte9, “É de extrema importância auxiliar crianças e jovens a melhorar o desenvolvimento de aptidões sociais, para que
estes possam sentir-se mais à vontade em um mundo que é, em grande parte, social”, isso quer dizer que a ajuda precoce pode reduzir o risco de isolamentos e comportamentos repetitivos. Em consonância, Ellis (2001)9 apoia a intervenção precoce a favor do desenvolvimento do autista, pois é finalidade é que esses indivíduos atinjam sua total independência. Apesar disso, é importante saber que em muitos momentos os autistas precisarão se desligar do mundo social, considerando que para eles, essa quantidade de estímulos torna-se muito mais delicada.
Ao AT cabe desenvolver essas aptidões do indivíduo e estimulá-lo. A intenção de se trabalhar com esses indivíduos é pelo fato de fazê-los conhecer o mundo que fica fora de suas barreiras. Para isso, o convívio fora de instituições e com outras pessoas é importante. Sabemos que uma simples mudança de ambiente pode provocar uma grande crise. Para tanto se deve estimular, conhecer novos ambientes respeitando os limites do paciente, mas também os tirando de sua zona de conforto. 9
O trabalho que o acompanhante terapêutico realiza é muito rico, e para isso precisam buscar alternativas e materiais diversos para motivar a criança a desenvolver suas habilidades, mas sempre levando em conta o interesse da criança para que se obtenha um resultado satisfatório.
Para Solé (2003), citada por Brito3:
A aprendizagem não envolve somente instrumentos intelectuais, mas também os aspectos de caráter emocionais e a capacidade de equilíbrio pessoal, ou seja, a representação que o sujeito faz da situação, as expectativas que geram seu autoconceito. Esses fatores são essenciais em uma situação desafiadora como é aprender, principalmente para essas crianças que já possuem um diagnóstico que indica uma dificuldade de aprendizagem.
Para Catania (1999, p. 77) citada por Brito³ “motivação não é uma força ou impulso especial a ser localizado em algum lugar dentro do organismo, e sim, um tempo ampliado a muitas variáveis orgânicas e ambientais, que tornam vários estímulos importantes em um organismo”, ou seja, as variáveis ambientais controlam o comportamento, o que torna ainda mais rico a presença de um profissional em meios a essas variáveis.
Para Nobre13, a importância do AT vai além disso tudo, afirmando que o fato de ter um AT em casa, pode superar alguns medo e ansiedades que um consultório tradicional pode gerar nos pacientes. Segundo Barreto (1997), citado por Baseggio¹:
O Acompanhamento Terapêutico é um procedimento clínico que busca potencializar essa dimensão simbólica do cotidiano de um sujeito, auxiliando-o a recuperar ou estabelecer aspectos, objetos, ações que o constituam e que o ajudem a se inscrever de uma forma simbólica na realidade compartilhada.
O autismo destaca-se pelas dificuldades de relacionamento com outas pessoas e a extrema dificuldade em situações sociais; A Terapia Ocupacional se encarrega das ocupações humanas avaliando fatores físicos e ambientais que são capazes de reduzir as habilidades de uma pessoa para participar de atividades da vida diárias, é possível perceber que essas duas práticas completam-se, sendo capaz de proporcionar uma melhor qualidade de vida para a criança autista.¹ De acordo com Baseggio¹:
A Terapia Ocupacional é uma disciplina da saúde que diz respeito a pessoas com diminuição, déficit ou incapacidade física ou mental, temporária ou permanente. O Terapeuta Ocupacional profissionalmente qualificado envolve o paciente em atividades destinadas a promover o restabelecimento e o máximo uso de suas funções com o propósito de ajudá-los a fazer frente às demandas de seu ambiente de trabalho, social, pessoal e a participar da vida em seu mais pleno sentido. Usa a ocupação para promover e manter a saúde, e prevenir ou remediar disfunções decorrentes de enfermidades ou incapacidades. Ocupação se refere a qualquer atividade ou tarefa necessária para o cuidado pessoal, produtividade, ou tempo livre. A ocupação é considerada essencial para a saúde.
Para crianças autistas, em um AT domiciliar, é importante reter um programa de atividades elaboras com a finalidade de tornar a pessoa o mais capaz possível em sua vida diária. “Mais especificamente servirá como um complemento da pratica terapêutica ocupacional, onde o TO trabalha visando todo o âmbito pessoal e relacional do paciente.”¹ O terapeuta ocupacional é capaz de tornar tudo isso ainda mais rico, com propostas cognitivas e comportamentais e buscando estratégias e atividades que possam capacitar essas crianças para que sejam capazes de atingir o maior grau de independência e autonomia possível dentro de suas capacidades.
                                                           CONCLUSÃO
Conclui-se através deste artigo de revisão bibliográfica como é vasta as características que são apresentadas pelas crianças com autismo e como as mesmas influenciam no cotidiano e desenvolvimento. O Acompanhamento terapêutico ainda é pouco estudado nesta área, porém, possui uma grande riqueza de detalhes que vem para agregar na formação destas crianças e quanto mais cedo iniciar este tipo de atendimento mais essas crianças são capazes de se desenvolver. O terapeuta ocupacional sendo um profissional que trabalha múltiplas áreas é também um profissional indicado para estar realizando esta atividade, que só vem a agregar e desenvolver.

Fonte: CONTRIBUIÇÕES DA TERAPIA OCUPACIONAL NO ACOMPANHAMENTO TERAPÊUTICO DE CRIANÇAS AUTISTAS; DANIELE CRISTINA GARBIN GONÇALVES**
FÁBIO RUSCH**
RAFAELA REGINA HARTELT***

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Habilidades motoras finas - Quais são as habilidades motoras finas:



As habilidades motoras finas envolvem os pequenos músculos do corpo que permitem que funções como a escrita, pegar objetos pequenos, e o manipulação de fechos como(ziper,botões).As habilidades motoras finas envolvem força , controle motor fino, e destreza.

Como as habilidades motoras finas afetam o aprendizado e habilidades de vida:

As habilidades motoras finas são importantes na maioria das atividades escolares, bem como na vida em geral. Deficiências em habilidades motoras finas podem afetar a capacidade de uma criança a comer, escrever de forma legível, use um computador, virar as páginas de um livro, e realizar tarefas de cuidados pessoais , tais como vestuário e de higiene.


A construção de habilidades motoras em crianças que lhes permitirá realizar uma série de importantes tarefas funcionais. Estas incluem:

•amarrar os sapatos
•escrita de forma legível e sem fadiga muscular significativa
•jogos que exigem movimentos precisos mão e o dedo
•desenho, pintura e coloração
•manipulação de botões e fechos
•colocar pequenos objetos juntos
•fazer quebra-cabeça,encaixes
•uso da tesoura
•manipular objetos pequenos como moedas
•abrir e fechar objetos
•ser capaz de isolar os movimentos dos dedos (ou seja, usando um dedo de cada vez, como em tocar piano ou digitação)
•dobradura ou virar páginas de livro
•exploração e utilização de utensílios de forma adequada e eficaz
•parafusar e desparafusar
•fazer qualquer coisa que requer mão precisas e pequenos movimentos dos dedos

Fonte:learningdisabilities.about.com/od/df/p/finemotorskills.htm
Ver também http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com.br/

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Aprenda a usar a massa de modelar como recurso terapêutico no Autismo



Massa de modelar é divertida, isto já é um consenso, mas é terapêutica? Sim!!
A famosa “mansinha” não apenas fornece a criança com Autismo a oportunidade de explorar a sua criatividade, mas também é um importante meio pelo qual você pode estimular várias habilidades sensoriais, motoras, cognitivas e até sociais! (Você não imaginava tanto, não é? kkk).
Ah, estamos aqui falando de Autismo, mas tudo neste post é válido para qualquer pessoa, independente da condição de saúde. Ou seja, você pode usar esse recurso com pessoas com outras condições, oks?
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Do ponto de vista sensorial o amassar, enrolar, furar, espremer , achatar e esticar proporciona além da sensação da textura, a sensação proprioceptiva.
Adicionando cores e aromas para a massa, você proporciona sensação visual e olfativa.
Caso haja aversão por parte da criança, essa oferta deve ser graduada. Deve-se, inicialmente, incentivar o jogo com uma pequena quantidade.
Coloque pequena quantidade nas mãos da criança e deixe-a puxar a massa . Também incentive enrolar a massa entre os dedos, sobre a mesa ou usando as palmas das mãos juntas. À medida que a criança estiver mais confortável, aumente a quantidade utilizada na brincadeira.
Você pode adicionar textura a massa, sabia? Que tal usar arroz??
Dica importante: aplique talco/óleo nas mãos da criança para evitar que a massa grude.
Pensando nas habilidades motoras, massa de modelar pode ajudar a melhorar a força, a destreza e  até a coordenação.
Beliscar a massa e rolar entre os dedos hábeis também ajudam a estimular o desenvolvimento das habilidades finas da mão.
O uso de tesouras, rolos e outros artifícios pode ajudar a melhorar a coordenação bilateral (ou seja: envolver ambas as mãos nas tarefas).
Brincadeiras que estimulem as habilidades cognitivas podem ser exploradas: separe as cores, siga a sequência que estou ensinando, faça formas, letras e números (ensinando conceitos), são alguns dos pedidos que estimulam o trabalho cognitivo. Até estereognosia você pode explorar: “adivinhe o que foi que fiz!!”
Misturar e combinar  pode ajudar a aprender o conceito das cores e das quantidades, basta você usar a mansinha nesta perspectiva.
E as habilidades sociais?
Brincar com alguém já dá a oportunidade de socialização. A troca de cores e objetos, a parceria nas brincadeiras e as perguntas e respostas de como fazer, são exemplos que envolvem socialização.
Bem, agora que você viu o quanto a massa de modelar é um recurso terapêutico, aprenda clicando aquiuma receita de massinha de modelar comestível!!
Imagem: katharos
Texto: Ana Leite

terça-feira, 25 de setembro de 2012

QUANDO A CRIANÇA PRECISA DE TERAPIA OCUPACIONAL?



Se seu filho está tendo dificuldade com o funcionamento do dia-a-dia em casa (Alimentação, Higiene, Vestuário, Brincar ou na escola). A criança deve ser avaliada por uma Terapeuta Ocupacional Infantil. O tratamento é concebido para apoiar a criança e sua família quando encontram dificuldades em qualquer uma das seguintes áreas: Motricidade grossa, Motricidade fina, Lateralidade, Brincar, Comportamento, Sensorial ,Escola e Atividades de vida Diária -Alimentação/Higiene e Vestuário.
Pode apresentar as seguintes dificuldades:

Coordenação motora fina:

- Dificuldade de preensão do lápis;

- Dificuldade de graduação da força na escrita;

- Letra ilegível e lentidão escrita;

- Dificuldade com manuseio da tesoura;

- Dificuldade em manipular as ferramentas, como faca, garfo, colher;

- Dificuldade para amarrar os sapatos, fazer botões(abotoar e desabotoar),abrir/fechar ziper,desembrulhar uma bala,abrir um pacote de biscoito,enroscar e desenroscar,utilizando utensílios domésticos;

Coordenação Motora Gossa e Lateralidade:

- A criança é desastrada;

- Confunde os movimentos de esquerda e direita;

- Falta de equilíbrio;

- Pobre habilidade com bola;

- Medo dos pés saindo do chão;

- Dificuldade de coordenação de ambos os lados;
Problemas de Integração Sensorial:

- Reação excessiva hiper- sensíveis para som, toque ou movimento;

- Alta tolerância à dor ou não percebe cortes / machucados;

- Busca constante de movimento, saltando, batendo, agitação psicomotora;

- Facilmente distraídos por estímulos visuais ou auditivos;

- Emocionalmente reativa;

- Dificuldades de lidar com a mudança;
Desordens do espectro autista e Síndrome de Asperger:

- Dificuldades de interação social

- Dificuldades com o processamento sensorial;

- Dificuldades com a mudança para novos ambientes;

- Fixações por objetos como: carros,trens e dinossauros;

- Pobre contato visual;
Dificuldade de Aprendizagem:

- Incapaz de se concentrar e focar sua atenção em uma atividade;

- Dificuldade em seguir instruções;

- Fadiga com o trabalho escolar;

- Baixa tolerância a frustração;

- Hiperatividade ou de baixa energia;

Brincadeiras, Jogos e Brincar:

- Dificuldade com brinquedos de encaixar,empilhar,montar e desmontar;

- Precisa de orientação de adultos para iniciar o jogo

- dificuldade de imitação;

- Não explora os brinquedos de forma adequada

- Participa de jogos repetitivos por horas, por exemplo alinhando brinquedos;

- Dificuldade interação com os colegas / irmãos nas brincadeiras;
Fonte: https://www.facebook.com/IntegracaoSensorial

terça-feira, 15 de maio de 2012

Quando a criança precisa do atendimento de Terapia Ocupacional?




Se seu filho está tendo dificuldade com o funcionamento do dia-a-dia em casa (Alimentação, Higiene, Vestuário, Brincar ou na escola). A criança deve ser avaliada por uma Terapeuta Ocupacional Infantil. O tratamento é concebido para apoiar a criança e sua família quando encontram dificuldades em qualquer uma das seguintes áreas: Motricidade grossa, Motricidade fina, Lateralidade, Brincar, Comportamento, Sensorial ,Escola e Atividades de vida Diária -Alimentação/Higiene e Vestuário.

Pode apresentar as seguintes dificuldades:

Coordenação motora fina:
- Dificuldade de preensão do lápis;
- Dificuldade de graduação da força na escrita;
- Letra ilegível e lentidão escrita;
- Dificuldade com manuseio da tesoura;
- Dificuldade em manipular as ferramentas, como faca, garfo, colher;
- Dificuldade para amarrar os sapatos, fazer botões(abotoar e desabotoar),abrir/fechar ziper,desembrulhar uma bala,abrir um pacote de biscoito,enroscar e desenroscar,utilizando utensílios domésticos;

Coordenação Motora Gossa e Lateralidade:
- A criança é desastrada;
- Confunde os movimentos de esquerda e direita;
- Falta de equilíbrio;
- Pobre habilidade com bola;
- Medo dos pés saindo do chão;
- Dificuldade de coordenação de ambos os lados;

Problemas de Integração Sensorial:
- Reação excessiva hiper- sensíveis para som, toque ou movimento;
- Alta tolerância à dor ou não percebe cortes / machucados;
- Busca constante de movimento, saltando, batendo, agitação psicomotora;
- Facilmente distraídos por estímulos visuais ou auditivos;
- Emocionalmente reativa;
- Dificuldades de lidar com a mudança;

Desordens do espectro autista e Síndrome de Asperger:
- Dificuldades de interação social
- Dificuldades com o processamento sensorial;
- Dificuldades com a mudança para novos ambientes;
- Fixações por objetos como: carros,trens e dinossauros;
- Pobre contato visual;

Dificuldade de Aprendizagem:
- Incapaz de se concentrar e focar sua atenção em uma atividade;
- Dificuldade em seguir instruções;
- Fadiga com o trabalho escolar;
- Baixa tolerância a frustração;
- Hiperatividade ou de baixa energia;

Brincadeiras,Jogos e Brincar:
- Dificuldade com brinquedos de encaixar,empilhar,montar e desmontar;
- Precisa de orientação de adultos para iniciar o jogo
- dificuldade de imitação;
- Não explora os brinquedos de forma adequada
- Participa de jogos repetitivos por horas, por exemplo alinhando brinquedos;
- Dificuldade interação com os colegas / irmãos nas brincadeiras;



Fonte: https://www.facebook.com/IntegracaoSensorial

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Como estimular um bebê


Estímulos e atividades adequadas à idade e à capacidade de cada criança

estimulação do bebê
Durante a estimulação, não somente se potencializará adequadamente o desenvolvimento motor, cognitivo, social e emocional do bebê, como também se respeitará seu desenvolvimento individual, suas capacidades, sua predisposição, e seu ritmo. Cada criança é única e diferente, e os pais devem ter isso em conta na hora de estimulá-la. O bebê deverá viver livremente esta experiência e não como uma obrigação. Jamais se deverá forçar um bebê que faça alguma atividade que ele não esteja preparado nem suficientemente estimulado. O bebê deve sentir-se livre e motivado para manter sempre uma boa auto-estima durante todo o processo de aprendizagem. Por esta razão, os pais devem respeitar seu desenvolvimento individual, evitando comparações e pressões sobre seu filho.
Os pais também aprenderão e crescerão em sua tarefa de pais durante a estimulação dos seus filhos. Antes de começar com a estimulação do bebê, é importante que eles conheçam as etapas de desenvolvimento de um bebê para que possam apresentar-lhes estímulos e atividades adequadas à sua idade e capacidades.

A estimulação do bebê reforçará o vínculo emocional com os pais

A estimulação começa com atividades de contato com o bebê. Isso reforçará o vínculo emocional, afetivo, através de massagens e estímulos sensoriais, entre pais e filhos. A partir daí, se dará início às atividades de motricidade, concentração e de linguagem. A brincadeira é uma ferramenta efetiva de estimulação para os bebês. Através das brincadeiras (jogos, etc.), os pais podem observar o comportamento do seu filho e conhecer suas necessidades, desejos, gostos e inquietações. 
Na estimulação precoce, deve-se buscar o equilíbrio. Por isso, deve ser integral, tanto física como intelectual. Se uma criança só aprende a jogar bola, e não é adequadamente estimulado na leitura, por exemplo, será um gênio do esporte, mas se sentirá incapaz de ler um livro. A estimulação desde cedo, deve circular por todos os caminhos: físico, intelectual, emocional, ou seja em todas as áreas. Outra coisa é que para algumas crianças será melhor ler um livro do que jogar basquete. Isso será uma opção pessoal da criança e deve-se respeitá-la. Em todo caso, a estimulação deve, através de experiências e habilidades, gerar a motivação nas crianças. Crianças motivadas são crianças felizes.
Se os pais optam pela estimulação precoce, devem ter bem claro que esta decisão lhes exigirá uma certa dedicação ao dia. Muitos pais dizem que é muito afetiva e proveitosa, pelo menos no que se refere ao tempo que compartilham com seus filhos.

Conselhos de estimulação precoce dos bebês para os pais

1- Respeite o tempo de resposta do seu filho. Escolha um momento tranquilo para brincar com ele. Evite brincar com seu filho quando notar que ele está cansado, e sobrecarregá-lo de tarefas e de estímulos. 
2- Escolha objetos agradáveis ao tato, paladar, audição, e que sejam claro, seguros.
3- As brincadeiras devem ser acompanhadas de canções, palavras e sorrisos. De carinho e doçura, também.
4- A brincadeira deve ser algo prezerosa para os dois.
5- Aproveite o momento do banho para dar uma massagem no seu filho.
6- Use a música enquanto seu filho no carro ou em casa.
7- Brinque com livros com seu filho. Se é um bebê, existem livros de plástico, de pano, com odores e texturas distintas. 
8- Conte contos a seu filho antes de dormir. 
Fonte: guiainfantil

domingo, 9 de outubro de 2011

A ESTIMULAÇÃO PRECOCE EM BEBÊS E CRIANÇAS

O estímulo que recebe o bebê constitui a base do seu desenvolvimento futuro




O estímulo precoce, como o próprio nome já diz, tem como objetivo desenvolver e potencializar, através de jogos, exercícios, técnicas, atividades, e de outros recursos, as funções do cérebro do bebê, beneficiando seu lado intelectual, seu físico e sua afetividade. Um bebê bem estimulado aproveitará sua capacidade de aprendizagem de adaptação ao seu meio, de uma forma mais simples, rápida e intensa.
Todos sabemos que os bebês nascem com um grande potencial e que cabe aos pais fazer com que este potencial se desenvolva ao máximo de forma adequada, positiva e divertida.
Para entender este processo, é necessário que entendamos primeiro, com é o amadurecimento do ser humano. Ao contrário dos animais, os seres humanos somos muito dependentes dos nossos pais desde que nascemos. Demoramos mais para caminhar e dominar nosso ambiente. Tudo depende da aprendizagem que tivermos. Apesar da nossa capacidade estar limitada pela aprendizagem, nossas habilidades estão relacionadas à sobrevivência. Sem o aprendizado, nos convertemos em seres indefesos, sós, e expostos a todo o bem ou mal. Por outro lado, se aprendemos, nosso cérebro adaptável, nos permitirá crescer e sobreviver diante das situações mais adversas. 
A estimulação precoce o que faz é unir esta adaptabilidade do cérebro à capacidade de aprendizagem, e fazer com que os bebês saudáveis amadureçam e sejam capazes de adaptar-se muito melhor ao seu ambiente e às diferentes situações. Não se trata de uma terapia nem de um método de ensino formal. É apenas uma forma de orientação do potencial e das capacidades dos mais pequenos. Quando se estimula um bebê, está-se abrindo um leque de oportunidades e de experiências que o fará explorar, adquirir destreza e habilidades de uma forma mais natural, e entender o que ocorre ao seu redor.




Quando estimular um bebê


Colocar em prática uma estimulação precoce, é uma decisão absolutamente pessoal. Os pais são os que podem decidir se a querem ou não aplicá-la ao cotidiano do seu filho. No entanto, se decidem pelo estímulo precoce, deverão iniciá-lo o mais breve possível, já que, segundo os especialistas, a flexibilidade do cérebro vai diminuindo com a idade. Desde o nascimento até os 3 anos de idade, o desenvolvimento neuronal dos bebês alcança seu nível máximo. A partir dos 3 anos, começará a decrescer até sua total eliminação aos 6 anos de idade, quando já estarão formadas as interconexões neuronais do cérebro do bebê, fazendo com que seus mecanismos de aprendizagem sejam parecidos ao de uma pessoa adulta. É claro que continuarão aprendendo, mas não ao mesmo ritmo e com todo o potencial de antes.
Todos os bebês experimentarão diferentes etapas de desenvolvimento que podem ser incrementadas com uma estimulação precoce. Para isso, deve-se reconhecer e motivar o potencial de cada criança individualmente, e apresentar-lhe objetivos e atividades adequadas que fortaleçam sua auto-estima, iniciativa e aprendizagem. A estimulação que o bebê recebe nos seus primeiro anos de vida, constituem a base do seu desenvolvimento futuro.Além das atividades que se aplicam na estimulação do bebê, é muito importante destacar que o ambiente também é uma ferramenta que devemos considerar. O ambiente não é somente um lugar tranquilo, onde se respira respeito, tolerância, paciência, o acordo e a união, também são as pessoas que acompanham ao pequeno. Se o bebê conta com a companhia de pessoas significativas para ele, como é o caso dos seus pais, eles se sentirão apoiados em seu vínculo afetivo, em suas habilidades e destrezas. A estimulação será mais completa.


Fonte: http://br.guiainfantil.com/


terça-feira, 27 de setembro de 2011

ATRASOS DO DESENVOLVIMENTO


 




ATRASOS DO DESENVOLVIMENTO

O que é atraso do desenvolvimento e quais suas implicações?

Definição:O Atraso Global do Desenvolvimento Psicomotor pode ser definido como um atraso significativo em vários domínios do desenvolvimento, nomeadamente ao nível da motricidade fina/grosseira, da linguagem, da cognição, das competências pessoais e sociais, das atividades da vida diária.
Intervenção:
Numa primeira fase, a intervenção deve ser efetuada pelo médico que acompanha a criança, para posteriormente se estabelecer o diagnóstico de um atraso ao nível do desenvolvimento.

Atraso Desenvolvimento-refere-se ao conjunto de dificuldade que a criança apresenta para acompanhar funcionalmente às várias demandas que o ambiente oferece.

Durante o desenvolvimento normal o bebe aprimora suas habilidades através do contato com lugares onde ele experimenta sensações e movimenta seu corpo.Essas experiências vão depender dos estímulos disponíveis e das capacidades motoras e percepto-cognitivas que ele é capaz de utilizar.

Quando o ambiente é favorável, mas a criança não consegue utilizar suas habilidades para explorar esse ambiente, acontece à falha na interação entre o ambiente e as habilidades provocando atrasos importantes no desenvolvimento. Também podem ocorrer os mesmos atrasos, quando a criança tem seu potencial ,mas os estímulos externos não são adequados ou suficientes.

O desenvolvimento normal apresenta etapas que funcionam como preparação para o processo de aprendizagem. Isso acontece porque as experiências vividas durante os primeiros anos do desenvolvimento são armazenadas na memória e depois se transformam em funções importantes relacionadas à postura, percepção, habilidades manuais, pensamento,relações afetivas e sociais.

Sinais e sintomas

•dificuldade para rolar,sentar,engatinhar e ficar de pé (a criança não suporta estas posturas e reage com irritação ou choro)
•incapacidade para segurar e explorar objetos (falta de interesse,pouco tempo envolvido na brincadeira)
•medo excessivo de arriscar
•quedas freqüentes
•dificuldade coordenação motora fina
•Dificuldades para ler e escrever
•dificuldade de aprendizagem

Fonte: Dra.Johanna Cordeiro Melo Franco

segunda-feira, 27 de junho de 2011

QUANDO ENCAMINHAR PARA TERAPIA OCUPACIONAL

Características observadas em crianças sem "diagnóstico médico"
Se a criança apresentar qualquer uma das a características abaixo e se esses problemas estão interferindo em seu desempenho escolar,em casa,nas atividades de vida diária ou no brincar.
O médico ou professor deve encaminhar para um profissional da saúde Terapeuta Ocupacional:
-A criança pode parecer desajeitada ou incoordenada em seus movimentos.
Ela pode trombar,derramar ou derrubar coisas.
-A criança pode ter dificuldade com habilidades motoras finas
(usando as mãos ou ambas)
-A criança pode ser muito agitada, não consegue prestar atenção a atividades propostas.
-A criança pode ter atraso no desenvolvimento de certas habilidades motoras,tais como:agarrar bola,manejar faca e garfo,abotoar a roupa e escrever.
-A criança pode apresentar discrepância entre suas habilidades motoras e habilidades em outra áreas.Por exemplo,as habilidades intelectuais e de linguagem podem ser altas,enquanto as habilidades motoras atrasadas.
-A criança pode ter dificuldade para aprender habilidades motoras.
-A criança pode ter dificuldades com atividades que requerem mudança constante na posição do corpo.(futebol,tênis ou pular a corda)
-A criança pode achar dificeis as atividades que requerem o uso dois lados do corpo(recortar com tesoura,cortar alimento usando faca e garfo,fazer polichinelo)
-A criança pode apresentar equilibrio pobre e/ou evitar atividades que requerem esta habilidade.
-A criança pode ter dificuldade em escrever
-A criança pode ter dificuldades na organização dever de casa ou mesmo do espaço da página.
-A criança pode ter dificuldade para completar o trabalho dentro de um espaço de tempo normal.Uma vez que as tarefas requerem muito mais esforço,ela pode ficar mais inclinada á distração e tornar-se frustrada com uma tarefa rotineira.

Diagnósticos:
Se a criança apresentar diagnósticos de dificuldade de aprendizagem, deficiências, distúrbios e hipeartividade.
O médico ou professor deve encaminhar para um profissional da saúde Terapeuta Ocupacional.

Características Sensoriais
Criança pode apresentar alguns sinais discretos de transtorno de processamento sensorial que são indícios de uma dificuldade específica que afetam as habilidades da criança em fazer o que quer ou necessita realizar. Se a criança apresenta vários comportamentos como os descritos abaixo, podem ser encaminhadas para uma avaliação, onde a terapeuta traça o perfil sensorial da criança e elabora um programa de tratamento específico para ela:
-Crianças que evitam ser tocadas o tempo todo, que se afastam antes do toque ocorrer ou que evitam qualquer atividade que envolva toques
-Crianças que tocam tudo que encontram pela frente, passam a mão pelos corredores, paredes e todas as superfícies
-Crianças com dificuldades em determinar a mão dominante ou por vezes parece trocar a dominância de acordo com a localização do objeto a ser manipulado
-Crianças com sensibilidade excessiva a certos tipos de roupas
-Crianças que apresentam choro excessivo ao serem movimentadas ou locomovidas
-Crianças que tem aversão a atividades com água, como tomar banho, lavar o rosto, lavar as mãos
-Crianças que tem aversão a determinadas texturas de alimentos e são muito seletivas na alimentação
-Crianças que sentem enjôo ou mesmo ânsia ao andar de carro ou em veículos em movimento
-Crianças que não suportam ser abraçados, embalados, carregados no colo
-Crianças que mordem ou gostam de ser mordidas
-Crianças que parecem ter uma atenção diminuída e tem dificuldade em realizar uma atividade do início ao fim
-Crianças que detestam brincadeiras de movimento ou não suportam o playground
-Crianças com dificuldades em correr, pular, saltar, atirar objetos em alvos parados ou móveis
-Crianças com dificuldades em realizar atividades de colagem, argila, massinha, tintas
-Crianças com medo de ser virada de costas ou de cabeça para baixo, com medo de cair ou que não gostam de tirar os pés do chão
-Crianças desorganizadas, que não conseguem seguir programas ou etapas de ação, não aceitam regras e confundem-se facilmente ao realizar uma atividade nova
-Crianças que não ficam tontas facilmente e que podem girar por muito tempo sem se desequilibrar ou cair
-Crianças que não conseguem manter a atenção sem que estejam se movimentando, ou se balançando
-Crianças com dificuldade de manipulação de objetos, na coordenação da escrita, no traçado das letras, na junção das sílabas, na coordenação motora global (do corpo), nos jogos de interação
-Crianças com atraso do desenvolvimento sem comprometimento neurológico aparente
-Crianças que parecem não brincar, não manipulam objetos, tendem a brincar sempre da mesma forma com um mesmo objeto, não exploram e não criam brincadeiras.
Escolas Regulares de Ensino:
Se a escola ou alguns profissionais apresentarem dificuldades em lidar com o comportamento e aprendizagem de crianças com algum tipo dessas características citadas, a terapia ocupacional pode atuar com um programa de orientações, mediações, adaptações, além de cursos e palestras para auxiliar a equipe escolar em um processo educativo promissor.
A terapia ocupacional também atua na educação infantil com orientações de como brincar e estimular essas crianças avaliando e auxiliando no desenvolvimento infantil.
Atua com os pais com orientações e grupos de discussões de interesses dos próprios.
Enfim, a terapia ocupacional na escola regular atua como um profissional para somar conhecimentos, dividir e aprender diariamente com a equipe escolar.


quinta-feira, 12 de maio de 2011

BASES PSICOMOTORAS




A primeira base é a tonicidade responsável por gerenciar a postura, atitudes e adequações de gestos. Está relacionada a resistências, tensão e distensão, ao estado de atenção e pode ser considerada uma dimensão inconsciente da relação. A segunda base é a equilibração, ligada ao sistema proprioceptivo, que fornece informações sobre a noção corporal. É importante para a sensação da posição do corpo em movimento e permite e distribuição do peso corporal em relação ao espaço e o tempo,. A terceira base é a lateralização tem importância fundamental nos aprendizados, a distinção dos lados do corpo; reflete na direção, sentido e orientação corporal. A quarta base é a noção de corpo é a elaboração das experiências vividas por seu esquema corporal e o reconhecimento desse esquema que lhe propiciará a constituição da identidade corporal, sua imagem, ou seja, a atribuição simbólica de um “eu” ao seu corpo físico. Mantém relação direta com o inconsciente e é a formação do núcleo da personalidade, importantíssima na constituição do psiquismo do indivíduo. A quinta base é a estruturação espaço-temporal a relação de dados espaciais e dados temporais que capacita/adequa os movimentos e dá o ritmo da vida biológica e psicológica. Possibilita o indivíduo se coordenar na seqüência dos gestos, localizarem partes do seu corpo no espaço e organizar a vida cotidiana. A sexta base é a praxia global e a sétima base a praxia fina. Observamos nas crianças pequenas como se movimentam de forma muito primitiva, usam de muita força, são desajeitadas e após a exploração do seu corpo e dos seus espaços, no correr, girar, subir, descer, agarrar, pular e etc, refinam sua motricidade. Suas experiências naturais nas brincadeiras exploratórias ensinam naturalmente o refinamento dos movimentos e a modulação da força aplicada nas diversas situações. A coordenação motora global é a precedente da fina. A praxia fina permitirá, por exemplo, realizar um movimento de pinça para pegar um objeto pequeno, segurar um lápis ou uma colher. Esse crescimento natural do movimento mais amplo ao mais refinado reflete a maturidade psicológica do indivíduo na organização e compreensão mental do mundo ao redor. A praxia global é requisito para o desenvolvimento da praxia fina e consequentemente o desenvolvimento de atividades neurológicas e cognitivas mais complexas e mais elaboradas. Pensamentos e ações simbólicas nascem de contextos vivenciais e indicam boa saúde “psico e motora”. 


Rosália Cavalcanti

segunda-feira, 9 de maio de 2011

QUANDO A CRIANÇA PRECISA DE TERAPIA OCUPACIONAL?



Se seu filho está tendo dificuldade com o funcionamento do dia-a-dia em casa (Alimentação, Higiene, Vestuário, Brincar ou na escola). A criança deve ser avaliada por uma Terapeuta Ocupacional Infantil. O tratamento é concebido para apoiar a criança e sua família quando encontram dificuldades em qualquer uma das seguintes áreas: Motricidade grossa, Motricidade fina, Lateralidade, Brincar, Comportamento, Sensorial ,Escola e Atividades de vida Diária -Alimentação/Higiene e Vestuário.


HABILIDADES motora fina

 -Dificuldade graduação da força na escrita
 - letra ilégivel e lentidão escrita
-Dificuldade com manuseio da tesoura
-Dificuldade em manipular as ferramentas, como faca, garfo, colher
 - Dificuldade de definição da mão dominante destro ou canhoto (lateralidade indefinida) 2-3 anos
 - Dificuldades com cores, desenho, traçado
- Dificuldade para amarrar os sapatos, fazer botões(abotoar e desabotoar),abrir/fechar ziper,desembrulhar uma bala,abrir um pacote de biscoito,enroscar e desenroscar,utilizando utensílios domésticos

HABILIDADES Motora Gossa e Lateralidade
- falta de coordenação motora, desastrada
 - confunde os movimentos de esquerda e direita
 - baixo tônus muscular 
falta de equilíbrio
- pobres habilidade com bola
- medo de pés saindo do chão
 - dificuldade de coordenação de ambos os lados
- Dificuldade cruzamento da linha média

Atraso no Desenvolvimento
-Dificuldade preensão do lápis
- Dificuldade nas etapas de desenvolvimento de sentar, engatinhar e andar
- Dificuldade motricidade grossa, fina e lateralidade um nível adequado para idade
 -Dificuldade alcançar,preensão,soltar,transeferir um objetos de uma mão para outra.
-Habilidades bimanuais (uso de ambas as mãos) para manipular explorar objetos de vários tamanhos

 PROBLEMAS Integração Sensorial
- reação excessiva hiper- sensíveis para som, toque ou movimento,
 - em resposta a certas sensações ou seja, alta tolerância à dor, não percebe cortes / machucados 
em constante movimento, saltando, batendo, batendo -agitação psicomotora
- facilmente distraídos por estímulos visuais ou auditivas
- emocionalmente reativa
- dificuldades de lidar com a mudança
- incapacidade de auto -regulação

Desordens do espectro autista e Síndrome de Asperger
- dificuldades de interação social eo envolvimento com a família 
dificuldades com o processamento sensorial
 - dificuldades com a mudança para novos ambientes
- excessivamente centrada(fixações objetos por exemplo,carros,trens e dinossauros)
 - não lidar no ambiente escolar

Dificuldade de Aprendizagem

   incapaz de se concentrar e focar na escola
- facilmente distraídos - dificuldade em seguir instruções e completar o trabalho
- fadiga com o trabalho escolar
 - controle pobre do impulso
- hiperatividade ou de baixa energia
 - dificuldade para aprender novo material

Processamento Visual
- Dificuldade viso-motora e viso-espacial
 -espaçamento e tamanhos de letras 
contato visual pobre
- dificuldades com o acompanhamento e cruzamento da linha média
 - dificuldade de encontrar objetos entre outros objetos
- dificuldades de cópia de quadro
- confunde direita e esquerda


Brincadeiras,Jogos e Brincar
- Dificuldade brinquedos encaixar,empilhar,montar e desmontar
- precisa de orientação de adultos para iniciar o jogo
 - dificuldade de imitação
- não explora os brinquedos de forma adequada
- participa de jogos repetitivos por horas, por exemplo alinhando brinquedos
 - Dificuldade interação com os colegas / irmãos nas brincadeiras

















Texto elaborado por  - (JOHANNA TERAPEUTA OCUPACIONAL)